sábado, 22 de março de 2008

Assim é a vida...

O maior mal da velhice é a morte dos amigos. Quando isso acontece, se interrompem cada vez mais as filas de uma geração, e nos espaços abertos corre um ar frio. Quando a pouco tempo morreu um amigo, uma parte minha também morreu. Ainda que também aprendi a revalorizar o passado, mantendo-o vivo nas minhas lembranças. Talvez por que somos, espiritualmente, membros uns dos outros, e por isso, um amigo realmente morre..., quando dele esquecemos.